O Plano de Logística e Investimentos do Estado de São Paulo (PLI-SP 2050) é uma iniciativa estratégica do Governo do Estado para transformar o futuro da mobilidade e da infraestrutura logística paulista. Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL), por meio da Subsecretaria de Logística e Transportes, com apoio técnico do Consórcio Transplan-Concremat, o plano foi lançado em 2023 e está em processo de desenvolvimento, com previsão de conclusão em 2026 e horizonte de planejamento até 2050.
A partir de uma visão de longo prazo, o PLI tem como propósito orientar os investimentos públicos e privados em infraestrutura de transporte e logística, com foco na ampliação da intermodalidade entre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, visando fortalecer as conexões entre as diferentes regiões do estado, ampliar a eficiência logística, reduzir custos e impulsionar o desenvolvimento econômico e social.
O plano se fundamenta em princípios de sustentabilidade, inovação e participação social, com o objetivo de construir uma rede de transportes mais eficiente, segura e conectada com as necessidades da população.
Diagnosticar a infraestrutura atual: mapear os principais gargalos e desafios em rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, subsidiando a definição de prioridades.
Priorizar investimentos sustentáveis: selecionar projetos com maior potencial de gerar benefícios sociais, econômicos e ambientais, contribuindo para o desenvolvimento equilibrado das regiões.
Incentivar o uso de modais mais sustentáveis: estimular a transição do transporte rodoviário para alternativas de menor impacto ambiental, como ferrovias e hidrovias.
Planejar com base em cenários futuros: desenvolver projeções para os anos de 2028, 2033, 2038 e 2043, antecipando tendências, riscos e oportunidades para a infraestrutura de transporte.
Fortalecer a integração logística: melhorar a conectividade entre as diferentes regiões do estado e a articulação de São Paulo com outros estados e os principais corredores de exportação e importação.
Estruturar uma carteira de projetos estratégicos: organizar um portfólio qualificado de iniciativas, facilitando a atração de recursos e a viabilização de investimentos que impulsionem a transformação da logística paulista.
A seguir estão os principais marcos do cronograma de atividades do Plano de Logística e Investimentos do Estado de São Paulo.
A primeira etapa marca o início formal da construção do PLI-SP, com a elaboração do seu plano de trabalho. Nesta fase, são definidos os objetivos, os marcos de desenvolvimento e as diretrizes metodológicas que orientarão a realização do plano. Trata-se de uma etapa estruturante, que estabelece o escopo e organiza as etapas seguintes, garantindo alinhamento entre os envolvidos e clareza sobre o processo de desenvolvimento.
Status: concluída
Nesta etapa, é realizado um diagnóstico abrangente da infraestrutura logística do Estado de São Paulo. O trabalho inclui a caracterização socioeconômica do território paulista, a análise do sistema de transporte existente e a obtenção de matrizes multimodais para o ano base. Também são levantadas informações sobre a infraestrutura disponível e sua capacidade, além da concepção de uma visão integrada para o sistema logístico multimodal. Modelos de transporte são desenvolvidos para apoiar as análises técnicas, e ações regionais de divulgação e participação social são promovidas para engajar os atores locais e colher contribuições do setor produtivo e da sociedade.
Status: em andamento
Com base nos dados do diagnóstico, esta etapa se dedica à projeção de demandas futuras e análise de oferta. São simulados cenários que consideram fatores estruturais e conjunturais que podem influenciar o futuro da logística paulista. Essa fase busca identificar gargalos, oportunidades e pontos de atenção no sistema logístico, subsidiando a tomada de decisões estratégicas sobre os investimentos prioritários e caminhos mais eficientes para o futuro.
Status: não iniciada
Nesta fase, o PLI-SP avança para a definição das intervenções logísticas prioritárias. São selecionados projetos com base em critérios técnicos, econômicos, ambientais e institucionais. A etapa inclui a estimativa dos investimentos necessários (CAPEX e OPEX), o cálculo dos benefícios econômicos gerados e a análise dos aspectos jurídicos e regulatórios que envolvem a viabilidade de implementação. Ao final, é estruturada uma carteira de investimentos organizada por prioridades, que representará a espinha dorsal do PLI-SP 2050.
Status: em andamento
Os resultados do plano serão sistematizados e disponibilizados. Serão elaborados o sumário executivo, os relatórios síntese e o relatório final, com todas as análises, diagnósticos, propostas e justificativas que embasaram a construção do PLI-SP. Este material servirá como instrumento de referência para o planejamento estratégico do Estado de São Paulo no setor logístico nas próximas décadas.
Serão construídas projeções para entender como o setor pode evoluir até 2050.
Marcos analisados: 2028, 2033, 2038 e 2043.
As simulações vão considerar:
Status: não iniciada
Será elaborada uma Carteira de Projetos a partir de:
Status: não iniciada